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Escrevo-te, e descrevo-te num poema que não consigo terminar. São pequenos nadas. Sorrisos, gestos e olhares que me impedem de escrever. E divago.
Atrevo-me, então, a espreguiçar no teu corpo, deixando que me desnudes com beijos. E esqueço o mundo, quando me repetes nos teus olhos.
Divago, e vagueio por aí. Aparentemente sem rumo, calada e pensativa. Escrevo e reescrevo um poema imperfeito.
9 Comments:
Descer a rua
com o sol
e o Tejo ao fundo.
Rios de memórias.
Grata pela companhia.
Bjs
Quase caminhei contigo...
O rumo acaba por se impor|
bj
Uma ortografia do olhar.
Bjs
O orgulho bom que sinto
em ler-te! Palavras decifradas, que bom o comentário tão amplo:
que tenha sido da tua alma, do que conheces, do que vês, do que sentes e do que quiseste partilhar comigo, sem me conheceres.
Isto é, para mim, o importante: o que se dá, sem saber a quem, nem como. Um ombro ou uma palavra.
Segue tu assim, se não for com o café que seja com um chá de menta num copo colorido
sob um qualquer céu estrelado
num qualquer deserto
num qualquer porto
Bjs
Bet,
Tomar chá no deserto, até era bom. Já me estou a imaginar na Turquia …e olha que os deuses sabem desta paixão. O mais parecido que fiz foi no Alentejo, há uns anos: estava um luar lindíssimo, como só nesta terra; havia estrelas no céu (por incrível que pareça), e fazia um frio de rachar. Credo, agora até parecia o Rui!
Um beijo, e obrigado pela tua gene rosidade
Espreguiço-me no teu poema errático.
Andas muito flâneuse amiga... Anda aí Baudelaire novo...
Beijos com saudades
Um
olá na rua
no papel
no ar.
Bjinhos
um olhar viajante, ou uma tradução da memória
Há lugares
ou símbolos
que se não esquecem.
Habituámo-nos e dizemos "Ah... é X ou Y" e é verdade rach!
Abçs
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